Categoria: Viagens com Filhos

MOCHILÃO GRÁVIDA – COPACABANA, SALAR DO UYUNI E LA PAZ

Essa é a 3ª parte da história da Bruna e do Gean, que decidiram fazer um mochilão grávidos pela América do Sul.

Confira os posts sobre como eles decidiram viajar e como foi passar por Cusco e Machu Picchu.

De Cusco partimos de ônibus no dia 06/03 às 22h noite rumo à Copacabana (não a carioca), às margens do lago Titicaca, já em terras bolivianas. Vá com roupas confortáveis, leve snacks e água, e para as gestantes é imprescindível o uso de uma meia de compressão para ajudar na circulação. Foram pouco mais de 12 horas de viagem, com somente uma parada em Puno, no Peru, por volta das 06h da manhã.

Chegamos em Copacabana por volta das 11h. Na Bolívia a infraestrutura é realmente precária, estávamos acostumados com uma semana no Peru e sentimos um pouco a diferença. Porém as paisagens compensam, a natureza é linda. Tínhamos reserva em um hostel em Isla del Sol naquela noite. Às 13h30minh seguimos de barco para a famosa ilha. Cerca de uma hora e meia em um barquinho na imensidão azul do Titicaca. Chegamos em Isla del Sol por volta das 15h. Quando descobrimos que o hostel era no topo da ilha. A ilha é muito íngreme, e essa subida foi muito difícil. Acho que é o único ponto da viagem que não indicaria para gestantes, a não ser que seu hostel fique próximo ao porto. Outro fator a ser considerado é que não há atendimento medico na ilha.  A ilha é linda, porém não há muito o que fazer por lá a não ser contemplar.

Devido ao fato de nosso hostel estar localizado acima dos 4000m, senti dificuldades para respirar durante a noite. Um perrenguezinho faz parte.

No dia seguinte pegamos o barco pela manhã de volta em direção à Copacabana. E às 13h entramos em um ônibus rumo à La Paz. As passagens na Bolívia são baratas, mas não espere luxo. O ônibus era antigo, sem banheiro e sem ar-condicionado. Foram 4h até a capital boliviana. Apesar dos pesares correu tudo bem.

Arquivo Pessoal

Na chegada em La Paz, já tivemos o cartão de visita da cidade. O caos no trânsito. Buzinas pra todo lado e muita desordem. Somado ao cansaço de todos os dias de viagem e ao fato de não ter banheiro no ônibus, o estresse foi grande.

No segundo dia melhoramos nossa impressão, a cidade é bem peculiar. Tem um comercio de Rua no centro que vale ser visitado, compramos todas as lembranças da viagem por lá, tem muito artesanato e tudo é muito barato. Por lá também, bateu uma preocupação, meu nariz sangrou muito devido ao ar seco, e eu já havia feito bastante esforço em todos estes dias de viagem. Conversei com o Gean, e resolvemos ir ao médico. Outra dica importante aqui: Contrate um bom seguro viagem! Através do seguro conseguimos atendimento em uma boa clínica na capital boliviana. O melhor de tudo, nosso baby Gabriel estava bem!!! Fiquei mais tranquila para seguir viagem.

O Gean e o casal de amigos que nos acompanharam, fizeram a descida da estrada da morte de bicicleta. Não fui neste passeio e nem aconselho para gestantes hahaha. Em La Paz não deixe também de andar pelos teleféricos da cidade, além de um meio de transporte rápido e seguro, tem uma vista impressionante da cidade.

Saímos de La paz no dia 11/03 a noite de Ônibus com destino a Uyuni. A ideia inicial era conhecer o Salar em um passeio de 3 dias e duas noites, terminando na fronteira com o Chile. Mas decidimos alterar o roteiro e fazer o passeio de um só dia, dormir em Uyuni e seguir de Ônibus para o Chile. O deserto é inóspito e ficar 3 dias viajando em um 4×4 não seria boa ideia pra mim.

O Salar de Uyuni é lindo. Rendeu as fotos mais bonitas da viagem. Fomos no final da época das chuvas, então o Salar estava com uma parte alagada, onde a água espelhava o céu, simplesmente espetacular. Dica para as gestantes: Passem muito protetor, leve bastante agua, use roupas compridas, óculos escuros e chapéu.  O sol é muito forte no Salar, e assim que ele se põe, fica frio quase que instantaneamente. O passeio durou o dia todo, é quase todo off-road e chacoalha um pouco. Eu tive a sorte de não sentir nada de enjoos durante a gravidez, mas mesmo assim tomei um medicamento para prevenir enjoos antes deste passeio. Voltamos para a cidade de Uyuni à noite onde dormimos.

Às 5h da manhã do dia 13/03, saímos de ônibus de Uyuni, rumo à San Pedro de Atacama no Chile, nosso último destino nessa viagem. O ônibus era razoável, porém na parte boliviana da estrada não existe asfalto, ainda assim era melhor que muita estrada “asfaltada” brasileira. Essa viagem foi longa, a imigração no Chile é demorada, faz frio na parte noturna e calor durante o dia. Não tem paradas para almoço. Portanto, tem que se preparar. Levar comida e água suficiente para um dia todo de viagem. E foi bem cansativo.

Chegamos às 17h em San Pedro de Atacama. Que é a cidadezinha base para os passeios no deserto. San Pedro é bem legal, possui vários restaurantes bons e inúmeras agências de turismo. É um vilarejo bem simpático e a maioria dos turistas lá são brasileiros.

Os passeios no Atacama são bem estruturados, as agências tem ampla experiência no trato com os turistas, e era só eu mencionar que estava grávida que o tratamento era ainda mais cuidadoso.

No Atacama também há passeios com altitude. Porém já estávamos bem aclimatados depois de 13 dias viajando, e não foi um problema.

Fui nos passeios das lagunas altiplânicas (imperdível), valle de la luna, salar de tara, e astronômico. O Gean foi aos Geysers del Tatio. Este último não é indicado para gestantes, pela altitude muito elevada e pelo frio intenso. Quando o Gean foi a temperatura estava em -8ºC.

A comida no Chile, assim como no Peru, é muito boa. Com a diferença do preço. No Atacama tudo é muito caro. Como alugamos uma casa, uma saída foi comprar comida nos mercadinhos da cidade e cozinhar.

Em San Pedro sofri com a baixíssima umidade, o nariz ficou bem ressecado e sangrou bastante. Os olhos ficam irritados também. E há muita poeira na cidade. Foram algumas pequenas dificuldades que senti, mas que valem muito a pena pelas paisagens vistas e experiências vividas.

Ficamos por 4 noites no Atacama. Dia 17/03 pegamos um voo em calama, com escalas em Santiago no chile e em São Paulo. Com muita história pra contar e com a certeza de que tudo valeu a pena.

 

Bruna Priscila Roman @brunaproman

Gean Vitor Gonçalves @geanvgp

MOCHILÃO GRÁVIDA – CUSCO E MACHU PICCHU

Essa é a segunda parte da história do mochilão que a Bruna e o Gean fizeram grávidos.

Veja a primeira parte da história em que eles contam sobre a dúvida e decisão de viajarem.

Nosso primeiro destino foi o Peru. Saímos de Foz do Iguaçu/PR em um voo direto com destino a Lima. Fizemos escala em Lima e pela manhã do dia 02/03 pegamos um voo para Cusco, a capital do império Inca.

Em Cusco nos hospedamos em um apartamento próximo à Plaza de Armas. Região que concentra o turismo da cidade. Bares, restaurantes, agências de turismo, tudo fica próximo.

No primeiro dia em Cusco, é importantíssimo a aclimatação à altitude. Realmente qualquer esforço em locais acima de 3500m do nível do mar fazem parecer que você correu uma maratona.  Cada pessoa sente os males da altitude com intensidades diferentes. Eu me sentia muito cansada e ofegante. O Gean sentiu dor de cabeça quase todos os dias na primeira semana, principalmente após os passeios que demandavam mais esforço físico. É muito importante respeitar os limites do seu corpo: sentiu cansaço? Pare e descanse! Sentiu fome? Coma! E hidratação sempre!

Os passeios demandam bastante caminhada, subir escadas, e isso na altitude fica ainda mais difícil. Mas como mencionei, respeitando os limites, da pra fazer tudo tranquilamente.

Arquivo Pessoal

Em Cusco ficamos do dia 02/03 ao dia 06/03. Fizemos o city tour, nele incluíam o templo korikancha, ruínas de Tambomachay, Sacsayhuaman e puka pukara.  Foi o primeiro contato que tivemos com a cultura inca, e nos surpreendeu muito. Eles foram uma civilização incrível, com conhecimentos avançados em engenharia e astronomia. Visitamos também o Vale Sagrado dos Incas, as ruínas de Pisaq e Ollantaytambo. A partir de Ollantaytambo seguimos de trem até águas calientes, onde é a base para visitar Machu Picchu. A cidadela de Machu Picchu dispensa comentários, é incrível, a energia do lugar é algo diferente. E foi lá, que meu até então namorado Gean, me pediu em casamento!!!!!

O passeio de Machu Picchu é um pouco cansativo para gestantes, caminha-se muito, e não há banheiros no interior do parque. Mas vale muito a pena, o simples fato de parar e admirar uma das maravilhas do mundo moderno é uma experiência impactante. Entramos no parque às 08h e ficamos até as 12h. É um circuito único, não se pode voltar a medida que se vai avançando no parque. Na compra do ingresso, há a opção de subir uma das montanhas (Wayna Picchu e Machu Picchu), nossos amigos foram, e não indicam para gestantes. Contrate um guia na entrada, há vários oferecendo o serviço. Eles juntam grupos de 4 a 8 pessoas, e é bem fácil se inserir em algum grupo. Os guias ficam com o grupo por cerca de duas horas, o restante aproveite para desfrutar o parque no seu tempo.

Uma dica para gestante que viajarão para países da América do Sul, é que as condições de higiene dos banheiros são de maneira geral precárias. Leve sempre papel higiênico, álcool em gel e alguns trocadinhos, pois quase sempre é cobrado o uso.


E eles partiram para a Bolívia!

Veja a continuação dessa história aqui: MOCHILÃO GRÁVIDA – COPACABANA, SALAR DO UYUNI E LA PAZ

MOCHILÃO GRÁVIDA – A DECISÃO

Olá meninas! Meu nome é Bruna, tenho 26 anos, quero contar um pouquinho de como foi a minha experiência viajando por 18 dias pelo Peru, Bolívia e Chile.

Eu e meu noivo Gean, estávamos planejando esta viagem há mais de um ano. Um mochilão por estes três países, em um roteiro que incluía Machu Picchu, Lago Titicaca, La Paz, Salar de Uyuni e Deserto do Atacama. Buscamos muita informação a respeito dos destinos, definimos o roteiro e compramos as passagens aéreas. Sabíamos que seria uma viagem com natureza exuberante, e estávamos cientes de que alguns pequenos perrengues poderiam acontecer.

Já estava tudo certo para a viagem que teria início em 01/03/2019. Foi quando em meados de janeiro tivemos uma surpresa. Tcharãããn!!!! Eu estava grávida. Foi a melhor surpresa das nossas vidas, ficamos super felizes.

Faltavam cerca de 50 dias para o mochilão, e como sou mamãe de primeira viagem, uma infinidade de questionamentos me vieram à cabeça. Naquele momento, eu só conseguia pensar naquele bebezinho que estava ali comigo, meus hormônios estavam à flor da pele e eu não tinha certeza que viajaria. Principalmente pelo fato de que passaríamos por alguns lugares um tanto quanto inóspitos e sem infraestrutura.

Leia também: Salta com crianca: como ir e o que fazer

Primeiramente busquei informações com a médica que me acompanha no pré-natal. Tudo ainda era muito novo pra mim. A médica nos indicou que não havia problema algum em viajar grávida, e que após a 12º semana de gestação seria o mais indicado. Entretanto, como seria uma viagem para a região da cordilheira dos Andes, somada à questão da falta de infraestrutura, o que me dava muito medo era a altitude. Passaríamos por locais de mais de 4000 m acima do nível do mar.

A partir deste ponto, comecei a buscar informações a respeito de mulheres que viajaram grávidas para roteiros semelhantes ao nosso. Vasculhei blogs, perfis do instagram, diversos fóruns na esperança de encontrar pessoas que pudessem nos dar boas informações a respeito dessa viagem, e que principalmente me encorajasse a ir. A princípio, conseguimos poucas informações. Eu tinha muitas dúvidas. Como seriam os deslocamentos? Como a altitude poderia afetar a saúde do bebe e a minha saúde?  Como era a infraestrutura em relação a banheiros disponíveis nos passeios? Sobre a alimentação e uma outra infinidade de coisas.

Arquivo Pessoal

Foi quando encontrei o perfil da Dani @maedemochileirinho que me ajudou muito. Ela descobriu a gravidez dela durante o mochilão, passou pelos mesmos países os quais eu passaria e me deu dicas importantíssimas. Conheci também a @lorenasignorelli e a @vanessapaivad que também me deram diversas dicas sobre passeios, alimentação e tudo mais. Me ajudaram muito para que eu tivesse mais segurança.

Eu já estava decidida a viajar. Porém com 10 semanas de gestação, em uma das consultas de rotina, descobri dois hematomas sub-coriônicos no útero. Foi então que a médica indicou repouso absoluto até que os hematomas desaparecessem. Faltavam 15 dias para a viagem, neste momento eu já tinha desistido, afinal, a saúde do baby sempre em primeiro lugar. Conversei com meu noivo, e pedi para que ele fosse de qualquer maneira com um casal de amigos (@ademarsantosjunior e @suzanimenegon) que nos acompanharia nessa viagem. Havia uma consulta marcada um dia antes da viagem. Nesta consulta, a médica constatou que os hematomas haviam desaparecido e que eu poderia viajar sem problemas! E foi assim mesmo, na véspera, mesmo sem saber se estava fazendo certo, arrumei minha mochila e #partiu!

Muitas pessoas tentaram desencorajar a fazer a viagem, colocaram medo mesmo. Mas o mais importante é que você se sinta bem, tenha segurança e siga as recomendações médicas.

Na mochila de ataque levei medicamentos suficientes para toda a viagem, a receita dos medicamentos e sempre andava com uma garrafinha de água. Beba muuuiita água. A hidratação é essencial para nós gestantes. Ainda mais se o destino for lugares com umidade do ar muito baixa.


Leia a segunda parte dessa história fantástica clicando aqui: MOCHILÃO GRÁVIDA – CUSCO E MACHU PICCHU

PRAIA COM BEBÊ: 10 DICAS VALIOSAS

Verão está aí, e pensando nisso, preparei um texto com dicas do que levar na mala para quem quer curtir um tempo na praia com a sua criança…vem comigo?

Antes de mais nada, para qualquer idade do seu filho, cuidado com a exposição ao sol. É super bem-vindo conversar com o pediatra antes da viagem sobre eventuais cuidados que você deverá tomar no caso de queimadura.

Dito isso, vamos às dicas:

  1. Procure sempre ficar embaixo da sombra de um guarda-sol, de uma árvore, ou mesmo de barracas. E lembre-se que, ainda que protegido do sol, o mormaço pode queimar, então já separe o protetor solar.
  2. Não é toda praia que tem barracas com petiscos e gente passando o tempo todo com sorvete, milho, pastel, espetinho ou algo para beber. E quando tem, apesar de serem deliciosos, nem sempre são muito higiênicos. Então se você tem preocupação com a saudabilidade do seu pequeno, reserve um cantinho da bolsa para um lanchinho feito em casa. No nosso caso, eu costumo levar apenas alguma fruta e água, e como o Cauê já tem 1 ano, ele come em algum restaurante com a gente depois.

  3. Para as brincadeiras, vale saber que bolas e pombas fazem sucesso com a criançada, e também fazem com que elas saiam correndo e se distanciem, enquanto baldinhos e pazinhas também são super interessantes e a deixam mais próximas de você.

  4. Mas é claro que o mar, é o brinquedo-mor, e depois dele iremos precisar de toalhas e de uma troca de roupa. Aliás, eu já sugiro levar logo, duas trocas, porque provavelmente você terá também uma roupa suja de areia.

  5. Com relação às fraldas, existe um tipo próprio para atividade na água. Porém elas só seguram cocô, e o xixi vaza. Então, procure colocar essa fralda quando já estiver na praia ou bem perto dela, pra você não correr o risco de ter a sua roupa molhada enquanto o bebê está no seu colo. Obviamente que eu já passei por isso, hahaha.

  6. A hora da troca de roupa e fralda é sempre complicada, porque você não vai contar com nenhum trocador fixo pra te ajudar. Nesse caso, cangas e trocadores de viagem costumam ajudar. Mas se for possível, troque em cima de uma mesa ou de um banco; se não, torça pra areia não voar em vocês bem na hora da troca.
  7. Se você pensa em levar carrinho, saiba que as rodas não são muito amigas da areia, e provavelmente você terá que erguer o carrinho até onde você for ficar. A vantagem é que você pode facilitar a troca do bebê nele, e até ter um cantinho para deixá-lo dormindo tranquilo, e, a desvantagem, é que a maritimidade pode enferrujar as peças metálicas. Como alternativa, você pode levar um sling ou um canguru, que são mais leves e práticos, mas que fazem com que você tenha os movimentos mais limitados quando o bebê resolver tirar uma soneca.

    Para os bebês pequenos

  8. Bebês de 0 a 6 meses não devem usar filtro solar. Uma boa alternativa é usar aquelas roupinhas com proteção solar UV 50+, que existem tanto de manga curta, quanto de manga longa, e o legal é que elas não esquentam, e sim, apenas mantém a temperatura do corpo.

  9. Uma dica legal para os bebês que já sentam, é levar uma piscininha inflável se você quer evitar o contato direto do bebê com a areia. Você pode deixá-lo lá dentro com uns brinquedinhos, e até colocar um pouquinho de água para dar aquela refrescada.

  10. DICA DE OURO: bater palmas é uma estratégia para achar crianças perdidas em praias argentinas e em algumas praias do Brasil. Então caso você se depare com uma criança perdida, a coloque em seus ombros e peça para que as pessoas ao seu redor comecem a bater palmas. Isso chamará a atenção e ajudará os pais a encontrarem seus filhos.
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O QUE LEVAR NUM CAMPING

Antes de mais nada, se você pretende acampar com seu filho em barraca, atente-se a dois importantes detalhes:

Primeiro priorize ir de carro, pois o volume de coisas a serem levadas é grande, e, segundo, verifique se o camping te dá acesso fácil a uma pia em área comum.

Dito isso, temos que lembrar de levar tudo o que é necessário no seu dia-a-dia com a criança, pois dificilmente você encontrará um camping que te ofereça uma boa estrutura para as mães.

AS ROUPAS

Um lugar com mato, terra e às vezes piscina, resulta em muita diversão e sujeira, e tende a esfriar durante a noite. Pra não passar perrengue, te sugiro levar pelo menos 2 trocas de roupa por dia e um conjunto mais pesado pra noite.

Não se esqueça de separar a roupa de banho: maiô, fralda de piscina, chinelo, e no mínimo 2 toalhas, sendo uma pra piscina e para o banho.

PARA A PELE

Repelente e Protetor Solar na mala de mão sempre. Numa área de mato, esses itens são indipensáveis, não é mesmo?

ACESSÓRIOS DE COZINHA

Se você for cozinhar, separe tudo. Pratos, talheres, copos, guardanapos , panelas e potinhos pra armazenar a comida.

Se não for, ao menos leve os pratinhos, talheres, copinhos e/ou mamadeiras da criança.

Buchas e detergentes também devem ser levados.

PARA ENCHER A BARRIGA

Bebidas e belisquetes, salvam aquela fominha antes das refeições.

Para os bebês inclua na lista leite e frutas.

Com relação à água, se possível já leve um galão.

E se vai cozinhar, compre tudo antes de chegar no camping, pois geralmente eles são afastados do centro urbano.

ACESSÓRIOS DE BANHEIRO

Nada de contar com amostras de sabonete e shampoo, ok?

Leve o kit de higiene de vocês, e não se esqueça das escovas de dente (como eu sempre faço, haha).

Além das toalhas de banho, separe toalha de rosto e papel higiênico. Esse último costuma ter, mas geralmente é daqueles bem baratos e se você for numa data de alto giro de pessoas, como férias e feriados, o papel costuma estar sempre acabando. Faz parte.

A HORA DE DORMIR

Reserve um lugar no carro para os travesseiros e roupas de cama.

Se você vai de barraca, priorize o colchão de ar inflável. Sacos de dormir não recomendo pra quem vai com criança pequena, onde o conforto mínimo é necessário.

REMÉDIOS

Além da necessidade de cada um, inclua um kit de primeiros socorros pros arranhões que poderão vir.

Anti-térmico, spray nasal e pomada de assadura pra criançada são bem-vindos. E aquele engov maroto pros pais também.

BRINQUEDOS

Se você vai de carro, aproveite o espaço. Eu levei uma mochilinha de brinquedos e deixei o Cauê escolher quais queria levar. Por fim, levamos um bola pequena, um baldinho de praia, carrinho e uma raquete pra brincar de bolinha de sabão.

De qualquer maneira, ele basicamente brincou apenas com um potinho com água e com as pazinhas do baldinho.

ACESSÓRIOS OPCIONAIS

Para estarem bem preparados, inclua os seguintes itens: lanterna, pilhas, isolante térmico, sacolas pra lixo, álcool em gel, canivete, algo para fazer fogo, como isqueiro, fósforo ou até mesmo um fogareiro, cadeiras e um cordão para fazer de varal. Para quem vai de barraca, inclua também, lonas plásticas, cordas, extensão elétrica, soquetes e lâmpadas.

QUANDO COMEÇAMOS A VIAJAR COM O CAUÊ

Essa é uma dúvida frequente, que muitas mães têm me perguntado, tanto pessoalmente quanto por mensagens, sobre com quanto tempo começamos a viajar com o Cauê, então decidi trazer pra vocês a minha experiência e um pouco da fala de especialistas.

Começamos a viajar com o Cauê quando ele fez 2 meses, com viagens curtas de 1h a 2h para cidades próximas da nossa. Quando ele completou 4 meses, fizemos uma viagem um pouco mais longa de carro com destino ao Rio de Janeiro, que durou cerca de 6h, e, aos 11 meses foi a sua primeira viagem de avião, rumo à cidade de Córdoba, na Argentina; que reuniu entre ida e volta, 5 trechos de avião.

Permanecemos por 1 mês na Argentina, percorrendo algumas cidades que não havíamos passado durante o nosso mochilão pela América do Sul (quando eu ainda estava grávida), como Córdoba e suas pequenas cidades de montanha, Mendoza,  Salta, La Rioja, e, já no norte argentino, as cidades da Quebrada do Huamauca.

Para isso, além do alugar de carro, fizemos alguns trechos de ônibus, e essas foram as primeiras experiências do Cauê com viagens realmente longas, chegando a ficar 10h numa poltrona entre um destino e outro. Como conseguimos? Aproveitando o sono mais pesado dele, o da noite ; )

Com isso, dentro do primeiro ano de vida do pequeno, ele viajou de carro, de ônibus e de avião… e entrou num teleférico (que também conta como um meio de transporte, não é mesmo?)

Depois disso, já com 1 ano e 4 meses, rolou a sua primeira experiência num barco. Mas ainda há muito o que explorar, e se Deus permitir, ele ainda terá muita aventura pela frente.

VIAGENS COM BEBÊS: QUE TIPO DE HOSPEDAGEM ESCOLHER

Que viajar com bebê é possível, isso a gente já sabe por aqui, não é verdade?

Entretanto partir em uma aventura nesse estilo, exige algumas atenções especiais relacionadas à quantidade de roupa, à comida, aos remédios e vitaminas, e também aos locais que iremos nos hospedar. E é sobre isso que quero me aprofundar nesse post de hoje.

Tendo já viajado com o meu filho Cauê por mais de 40 cidades dentro e fora do país, passando pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraúba, e mochilando com o pequeno pela Argentina e Equador, acumulei uma certa experiência no assunto reserva de hospedagem.

Mas antes de mais nada, quero que saibam que nosso estilo de viagem é low cost. E se você curte a ideia de economizar na hospedagem para poder gastar mais com passeios, então esse post é pra você!

Primeiro ponto que temos que ter em mente na hora de procurar onde ficar é se existe ou não acesso à cozinha, principalmente se seu bebê já iniciou a introdução alimentar e ainda não come alimentos tão sólidos ou com sal, pois essa restrição deve ser levada em consideração na escolha da hospedagem.

Diante disso, excluímos duas categorias de hospedagem: os hotéis, que não costumam liberar o acesso à cozinha, a menos que você faça amizade com os funcionários e eles sejam muito gente boa.. mas é melhor não arriscar; e os resorts, que alguns têm um espaço de cozinha do bebê com fogão, geladeira, pia e micro-ondas (bem completo), mas são bastantes caros e não entram no quesito low cost.

  1. HOSTEL: opção barata, com uma cozinha compartilhada entre todos os hóspedes.
  2. ALUGUEL DE CASA: acesso livre à cozinha! É ótimo para quem quer fazer compra de supermercado e ficar mais à vontade, sem ter que dividir eletrodomésticos, como acontece nos hostels.

Recomendo o booking  (link afiliado)como buscador de hostels e casas. Sempre fazemos nossas reservas por ele.

  1. COUCHSURFING: a minha opção preferida! Pra quem não conhece, o Couchsurfing (link) é uma rede social gratuita focada em hospedagens solidárias. Nele você busca e/ou oferece um quarto, uma cama ou simplesmente um sofá, e sempre envolve uma convivência entre morador/hóspede. Nele não existe uma relação profissional, mas sim de amizade e confiança. E o legal, é que há avaliações que não podem ser apagadas por ambas as partes, ou seja, se a pessoa é confiável e tem uma casa boa, vai ter boas avaliações, se a pessoa é suspeita e a casa é precária, vai ter avaliações ruins.

O único cuidado que quem viaja com bebê precisa ter é verificar se a pessoa tem um quarto de casal para oferecer e se aceita criança.

  1. TROCA DE CASA: mesma ideia do Couchsurfing, porém sem convivência e com a obrigatoriedade de oferecer a sua casa em troca. Nesse caso, o morador deixa a chave na mão do hóspede e fica ausente durante a sua estadia. Esse sistema é oferecido por sites como o Home Exchance e TrocaCasa.

E diante de todas essas opções, deixo aqui minha dica de ouro: não se esqueça de levar potinhos para armazenar e transportar a comida do bebê durante os passeios. Os térmicos são ótimos, mas um tanto caros, dê prioridade à eles, e se não couber no orçamente carregue potinhos de vidro (como os de papinha que vendem no supermercado) que são mais higiênicos e conservam mais a temperatura que o plástico.

Outro ponto que precisa ser pensado é onde o seu bebê vai dormir. O berço é uma opção bem remota quando se trata de hospedagem low cost, principalmente em viagens pela América do Sul. Com isso, temos duas opções:

  1. Fazer cama compartilhada e deixá-lo no meio. Apesar de ser um assunto polêmico, esse definitivamente é um costume que ajuda na hora de viajar com bebês, pois você apenas precisará reservar um quarto com cama matrimonial. Ou seja, mesmo custo de quando você viajava em casal.
  2. Reservar um quarto com uma cama extra de solteiro e solicitar que a deixem encostada à parede para minimizar o risco de queda da criança no chão, afinal não queremos o bebê com um galo na cabeça durante a viagem, certo? E pra se precaver ainda mais, verifique se é possível deixar a cama de casal encostada na cama de solteiro, o que no final resultará em uma grande cama compartilhada, só que dessa vez com o bebê na ponta.

 

O que uma criança pode aprender em viagem

COISAS QUE AS CRIANÇAS APRENDEM VIAJANDO

Como muitos sabem as crianças aprendem o tempo todo e em diversos lugares que se pode imaginar.

Tanto no ambiente escolar, quanto no familiar nossas crianças podem aprender e adquirir conhecimentos importantes  que contribuirão para seu desenvolvimento.

De acordo com John Dewey, a educação que a criança adquire na família (assistemática e extraescolar), com os amigos ou em outras instâncias socializadoras de seu contexto mais imediato, é vital, profunda e real; sendo esta de maior influência na rotina e nas necessidades diárias das crianças.

Alguém tem dúvida que a criança pode aprender também durante as viagens? Veja abaixo alguns benefícios desfrutados pelas crianças que tem o hábito de viajar:

– desconectar da “vida eletrônica”:   atualmente as crianças ficam grande parte do tempo conectados a aparelhos eletrônicos, mas ao viajar, estimulados pelo novo, elas tendem a resgatar a “vida off-line” e ainda a possibilidade de valorizar pequenos prazeres da vida vivenciados durante a viagem;

– exercitar a paciência:  uma das formas de exercitar a paciência das crianças durante as viagens é mostrando que esperar é necessário em algumas situações, como no trajeto  de um lugar para outro que demanda tempo para chegar, ou na fila que é necessário esperar a vez, e, com isso, as crianças vão aprendendo a lidar com a ansiedade frente a cada nova situação;

– conhecer coisas novas: as viagens possibilitam viver novas experiências, novos desafios, seja comendo um novo alimento,  aprendendo um novo idioma,  praticando alguma outra atividade diferente, conhecendo algum animal;

Leia também: Viagem e a hora de papar

– respeitar as diferenças: aprendem sobre diferenças culturais, regras, horários. Quando as crianças perceberem que as pessoas são diferentes na maneira de agir, ser, pensar, e que essas diferenças devem ser respeitadas, elas aprenderão também a exercer a tolerância;

– reconhecer  a importância do companheirismo: ao sair da rotina as crianças começam a perceber a importância de estar junto com a família tanto nos momentos felizes quanto se ajudando em situações diferentes ou não agradáveis. Aprendem ainda a dividir: sugestões, decisões, vontades e até mesmo coisas/alimentos;

– desapegar de coisas: durante as viagens prioriza-se geralmente o que é essencial, desta forma a crianças vão aprendendo a importância do desapego de algumas  coisas;

– lidar com imprevistos: quem nunca passou por algum imprevisto em viagem, não é mesmo? A criança irá aprender que nem sempre tudo sai como o planejado, mas que existem várias formas de lidar com essas situações, além de aprenderem que na vida é necessário também às vezes sermos flexíveis;

– vivenciar na prática aprendizados teóricos:  durante as viagens é possível estabelecer relação dos aprendizados adquiridos em livros relacionando com os da vida real,  comparar o passado com o presente, levá-los a imaginar como será o futuro e isso poderá ser realizado através de visitas à museus, teatros e pontos turísticos;

– perceber o mundo a nível global: ao viajar as crianças notarão que existem outros lugares diferentes do dela e com isso perceberão  que existem diferentes tipos de paisagens, ambientes. Quando estiverem na escola, alguns conceitos como diferenças culturais, impactos ambientais, se tornam muito mais fáceis para a criança que já vivenciou isso;

– desenvolver raciocínio rápido: seja pra treinar um novo idioma ou descobrir a melhor forma de decidirem o próximo lugar a ser visitado, através destas escolhas as crianças exercitam o raciocínio e com isso vão estimulando para que ele fique cada vez mais rápido;

– adquirir conhecimentos sobre educação financeira: ensinar as crianças que pesquisar antes de comprar ou pedir descontos , no final das contas, faz a diferença. Mostrar  que poupar para passear ou comprar algo que gosta ensinará a criança a dar valor ao que for adquirido;

– enxergar o lado positivo das coisas: às vezes coisas desagradáveis poderão acontecer durante a viagem, mas é preciso entender que coisas ruins podem acontecer em qualquer lugar. Enxergar o lado positivo das coisas pode tornar a vida mais fácil . É importante que a criança aprenda que por causa de um momento ruim não vale a pena estragar todos os outros dias da viagem;

– eternizar memórias afetivas:  sabe aquela velha frase que diz mais ou menos assim: recordar é reviver? Então, desta forma as crianças perceberão que além de terem se divertido durante a viagem, recordá-la também é uma forma de viver tudo de bom que desfrutaram durante a viagem e que isso o tempo jamais apagará de sua memória e coração.

Perceberam quantos aprendizados nossas crianças poderão ter durante uma viagem? Convém ressaltar que muitos destes benefícios acima citados poderão ser adquiridos em passeios curtos também, como em parques, clubes, zoológicos… Contudo é de grande relevância que os pais/familiares incentivem seus filhos a buscarem novos saberes  nos mais variados lugares e situações que possam vivenciar, e além disso, propiciem momentos agradáveis que proporcionem novos aprendizados juntamente com a família,  para que no futuro fiquem eternizadas grandes recordações de tudo que viveram juntos!

 


Ficou com vontade de planejar uma viagem com a sua criança? Recomendo esse buscador aqui.


 

Texto por Heidi Amadeu Pereira Rocha

Formação: Pedagogia e Letras-Inglês

Especializações: Psicopedagogia Clínica e Institucional; Administração Educacional

Alfabetizadora pelo Método das Boquinhas

Coach de Crianças e Adolescentes pela Ceo Kids Brasil

Facilitadora da Jornada das Emoções em Goiás

Palestrante Educacional

Fan Page: Heidi Amadeu

Instagram: @heidiamadeu

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA LEVAR NUMA VIAGEM COM CRIANÇAS

Se você está pensando em viajar em algum país da América do Sul, saiba que essa dúvida é super frequente.

E antes de mais nada, pensa e me responde nos comentários: qual o seu próximo destino por aqui?

Mas voltemos à pergunta do título.

A resposta à ela é bem simples: desde 2008, os turistas dos países que compõem o o Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela), podem apresentar apenas a cédula de identidade (RG) nas viagens realizadas nos locais que formam o bloco. Não é preciso levar passaporte nem visto de entrada.

Entretanto, ainda que não seja necessário, nós viajantes, adoramos um carimbinho no passaporte, não é mesmo?

No caso dos demais países:

– Suriname: é preciso passaporte – ah, e não se esqueça do Certificado de Internacional de Vacinação e Profilaxia, como disse no post sobre “Saiba como prevenir você e sua criança contra doenças nas viagens pela América do Sul ”

– Guiana: é exigido passaporte que seja válido até 6 meses após a data de chegada da viagem.

– Guiana Francesa: é exigido passaporte que seja válido até 6 meses após a data de chegada da viagem, e como pertence à França, também o visto também é exigido.

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA AS CRIANÇAS:

A Certidão de Nascimento serve apenas para viagens pelo Brasil acompanhadas dos pais, sendo que algumas empresas aceitam a original, e outras, exigem que seja apresentada a cópia autenticada em cartório. Vale à pena dar uma conferida antes de viajar.

Para as demais opções é necessário um documento com foto (RG ou Passaporte), e, se desacompanhada é preciso ter autorização dos pais ou responsáveis legais, registrada em cartório.

CUIDADOS NECESSÁRIOS COM A ALIMENTAÇÃO DO BEBÊ NA VIAGEM

A viagem está chegando e você ainda está com dúvidas sobre como ficará a alimentação do seu bebê nesse período? Dúvidas e inseguranças são mais que normais!
Por isso, reuni algumas dicas para te ajudar nessa hora:

HOSPEDAGEM

Pesquise se a sua hospedagem oferece acesso à cozinha: apartamentos e hostels são as melhores opções, pois sempre há fogões, panelas e geladeiras disponíveis aos hóspedes.

TIPO DE COMIDA

Provavelmente você vai encontrar muitas opções diferentes de comida. Opte pelo básico com o seu bebê, escolha o que ele já está adaptado.
No nosso caso, demos comida nova e nos demos mal. Cauê teve diarréia por 3 dias em Mendoza – Argentina), e vomitou uma noite inteira em João Pessoa – Paraíba; o que claramente afetou a nossa programação de passeios… então deixe pra apresentar novidades em casa ou mais tarde, quando o organismo dele estiver mais maduro.

ONDE LEVAR A COMIDA

Carregue com você potinhos vazios de comida, aqueles de vidro de papinha Nestlé são ótimos, pois cabem uma quantidade adequada para o consumo do bebê e são fáceis de transportar. Lancheiras ou bolsas térmicas são ótimas opções para o transporte da comida pronta. E, claro, não se esqueça de colocar as colherzinhas na mala. Recomendo levar uns 2 potinhos e umas 3 colherzinhas na mala de mão.

Leia também: Viagem de carro para o Paraguai com bebê de 3 meses

HORA DO VÔO

É permitido embarcar com comidas e bebidas para os bebês, na quantidade referente ao tempo do vôo. Só tome cuidado com garfinhos e faquinhas, que podem ser bloqueados de entrarem. A melhor opção são as colherzinhas mesmo.

RESTAURANTES

Caso seu bebê já consuma sal, apele para a boa vontade dos restaurantes e peça para eles baterem a comida no liquidificador. Assim você não perderá tempo amassando ou picando o papá.
Nós fizemos isso quando trocávamos de cidade e não conseguíamos levar a comida feita no hostel. Deu certo, não enfrentamos cara feia (pelo contrário!), e de quebra começamos aos poucos a introdução de sal – por aqui o pediatra recomendou a introdução com 1 ano)

HORÁRIOS

Você pode procurar manter os horários da rotina do bebê, isso trará mais conforto à ele, ainda que traga um desconforto pra você, porque pode ser que você precise dar a comida no meio de um passeio. Ou ainda, concilie as refeições dele com as suas, enganando a fome com frutas, por exemplo.

FÓRMULAS

Se possível leve a fórmula que seu bebê está acostumado a tomar, principalmente se você for fazer uma viagem internacional, pois há a possibilidade de não encontrar a marca que seu bebê está acostumado: uma troca de marca sempre vem acompanhada de uma nova experiência de sabor, que nem sempre é facilmente aceita.

SNACKS

Não se esqueça deles! Frutas e bolachinhas sempre dão uma salvada na hora da fome dos pais e do bebê.